Essa é um creepy feita por um amigo
Bonecos e Bonecas
Estava na casa de meus avôs, íamos dormir lá aquela noite. Meus pais viviam dizendo para aproveitar em quanto eles estavam vivos e brincar com eles, pelo menos
assim eles acreditavam que meus avós teriam um fim mais “agradável” sabendo que seu netinho gostava muito deles. Humpff ... Bando de falsos!
Meu avô adorava colecionar bonecos, já minha vó colecionava selos. Naquela noite eu descobri o quão divertido eram os brinquedos do meu avô, brinquei muito com a
sua coleção, estava totalmente hipnotizado pelos bonecos de pano da década de 70 que meu vô possuía, e também, foi naquela mesma noite que percebi que nada
seria como antes.
Todos foram dormir cedo, eu dormi no quarto de meus avôs. Quando o relógio bateu 3 horas da manhã, ocorreu o inesperado. Acordei ouvindo barulhos na cozinha e
notei que meu avô não estava mais deitado na cama ao lado de minha avó. Levantei-me e fui ver o que estava acontecendo. Quando entrei pela cozinha pude ver
George esticado no chão, estava branco, não conseguia se mexer, apenas olhou de lado para mim e com suas ultimas forças fez um pequeno movimento com o dedo
pedindo para que eu me aproximasse. Quando cheguei perto dele, ouvi seus resmungos.
-Não chame ninguém enquanto eu não terminar de falar com você ouviu?
Concordei com a cabeça quase chorando.
- Tome, pegue esse colar e o CD que esta no bolso da minha jaqueta. Haa, não esperava que a morte chegasse tão cedo.
-Como assim? O que aconteceu com você? Pra que tudo isso?
-Você agora é o novo bruxo da família! Eu iria entregar ao seu pai no dia seguinte, mas vejo que não tenho mais tempo... Irc... – ele rugia de dor. – Assista ao vídeo
que você entenderá tudo. O homem do vídeo é o seu bisavô.
-Meu bisavô ?
-Sim... irrcc.....- ele se contorcia de dor apertando a mão contra o peito, puxou-me para perto dele e sussurrou algumas ultimas palavras em meus ouvidos, mas só pude
ouvir o final – Fique longe deles... Queime todos assim que tiver a oportunidade...
Foram as ultimas palavras dele, nada de eu te amo, ou diga a todos que eu não me arrependo de nada. Não. Apenas aquela ordem que ficou pregada na minha cabeça “
fique longe... queime todos....”. Depois, gritei para os meus pais, teve várias choradeiras e lamentações, meu avô foi levado para a ambulância e blá blá blá.Não
entrarei em detalhes porque os outros fatos não importam. No momento em que estavam levando George para a ambulância, minha vó, Suelen, chegou perto de mim e
comentou:
-Boa sorte Igor! Vai precisar, estarei te esperando aqui amanhã, não se atrase.
Não estava entendendo mais nada! Primeiro meu vô, agora minha vó ? Eu sabia que só tinha um jeito de entender o que estava se passando.
O clima estava tenso de mais para dormirmos lá. Voltamos para casa e, assim que entrei no quarto, liguei o computador e rodei o vídeo que estava no DVD. O vídeo foi
gravado por uma câmera bem antiga, estava até em preto e branco. Era um quarto fechado com madeiras na janela e uma cama no fundo. Um homem sentou na cadeira
em frente à câmera, parecia assustado e cansado, estava com um corte na sobrancelha e no lábio inferior. Ele começou a falar:
“Chega uma hora na vida de um adolescente que ele tem que se desfazer de seus brinquedos de infância. Para alguns é mais fácil, para outros nem tanto. Algumas
pessoas continuam com seus brinquedos pelo resto de suas vidas, simplesmente porque não conseguem se desfazer de um objeto que deu conforto e alegria durante
toda sua infância. Tamanho é esse apegamento que às vezes, um pedaço da alma da pessoa fica no objeto. O único problema é que quando a pessoa morre, a alma
continua ali, no brinquedo. Essa parte fica aprisionada até que alguém da mesma família do falecido faça um ritual que liberte a alma. . Um detalhe que os magos ou
bruxos da época sempre diziam em relação a esse ritual, é que ele deveria ser feito o mais rápido possível depois da morte da pessoa. Caso contrário, a alma tomaria
posse do boneco e, em uma tentativa desesperada de descansar em paz, faria o possível para que conseguisse sair de sua prisão e se juntar a sua outra parte.
Infelizmente o último exemplar do livro que ensina esse ritual foi queimado em meados do século XVII em um incêndio com causas desconhecidas em uma biblioteca
localizada na capital da França. Depois desse dia na biblioteca, vários casos de assassinatos foram registrados na capital. Sempre no local do crime havia um
brinquedo ou algo do gênero. Para abafar os assassinatos, os magos que ainda restavam se uniram e queimaram TODOS os brinquedos que estavam na cena do crime,
e também aqueles que estavam em posse de uma pessoa a mais de 30 anos.
Por um certo tempo funcionou, os magos passavam seus deveres aos seus sucessores e assim fora até os dias de hoje. Mas uma coisa que nenhum deles sabia é que o
processo de aprisionamento de almas não era possível só com bonecos artesanais, como também era possível com bonecos industrialmente fabricados. Se vocês acham
que o que digo é mentira, contarei uma história para você que, sem duvida.... “- Antes que ele pudesse terminar a frase, um barulho bem alto ecoou no vídeo, como se
fosse uma porta sendo arrombada-“ hãn ??? Que barulho foi esse? quem abriu a porta? Mãe?? É você??” – o homem levantou da cadeira e saiu de cena. Era possível
escutar barulhos de passos, até que a câmera caiu de lado e começou a falhar. O silêncio que se fazia era horrível, até que foi cortado pela voz do homem – “ Como
esse boneco veio parar aqui.... HHHHHHHHaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!”
Era um grito angustiante de dor e sofrimento. Quase desliguei o computador pelo estabilizador quando ouvi. Depois do grito, voltou o silêncio. Este se estendeu por
mais uns 10 segundos na tela até que barulhos de passos, só que bem mais leves, aumentavam de uma forma gradativa, como se alguém estivesse se aproximando da
câmera. Pude ver apenas uma perna de boneco de pano do lado da câmera, depois disso o vídeo acaba.
Fiquei ali parado em frente ao computador, perplexo, sem conseguir me movimentar. Depois de quase 15 minutos, levantei e fui tentar dormir. A noite foi passando e
eu não conseguia cair no sono. Não conseguia pensar em nada se não na história daquele vídeo. Minha sorte é que não tinha brinquedos no meu quarto, já havia doado
todos. A Frase do meu avô veio na minha cabeça “ Fique longe...Queime todos...”
“MALDITO! Porque ele me escolheu?” Esse pensamento me acompanhou pela noite toda...
No dia seguinte, Fui correndo até a casa de Suelen, levando em mãos uma garrafa de álcool e alguns fósforos. Quando cheguei, ela abriu a porta e me disse para
entrar sem fazer muito barulho.
-Eu os tranquei no quarto de casal, cuidado quando entrar, eles podem te ouvir.
-Más como eu vou queimá-los?
-Você tem duas opções, ou você entra no quarto e torce para nenhum dos 12 bonecos do seu avô te matar, ou você joga uma garrafa de álcool lá dentro e queima o
quarto todo.
No momento em que minha vó disse suas ultimas palavras, ouvimos alguns barulhos vindos de dentro do quarto trancado.
-Eles perceberam que estamos aqui.
Não sou muito corajoso, e mesmo que ela só me desse uma opção, eu não entraria naquele quarto! Preparamos um “molotov” e esperamos a hora certa. Ai você
pergunta, “como assim a hora certa?”, bom... Não poderíamos abrir a porta enquanto os bonecos estivessem perto dela. Era muito arriscado e um deles poderia fugir
do quarto. Mas parecia que todos, exatamente todos, estavam em frente a porta, esperando apenas a hora que ela fosse aberta.
Demorou muito, cerca de 5 horas, mas finalmente decidimos abrir a porta. O quarto estava escuro, todos os 11 bonecos estavam na estante, apenas me observando
com seus olhos vermelhos. Não fiquei muito tempo ali para notar a bagunça que eles haviam feito. Acendi o molotov e joguei no meio da sala. Sai do quarto e tranquei
a porta. Eu e minha vó saímos de casa e esperamos que o quarto estivesse totalmente em chamas, só depois chamamos os bombeiros.
Depois de toda a confusão, quando a casa havia desmoronado e tudo jazia em cinzas, os bombeiros andavam ao redor da casa, junto com os curiosos amontoados
tentando ver o que haviam ocorrido, para ver se tudo já estava sobre controle. Minha vó chegou perto de mim e disse.
- Bom, mesmo que a minha casa tenha sido sacrificada. A maldição acabou para nós.
- É, todos os 11 bonecos foram queimados !
Depois de dizer isso, minha vó empalideceu, achei que ela iria ter um ataque e desmaiar ali mesmo. Pude ouvir sua voz trêmula que profanou as palavras que eu não
esquecerei nunca mais:
-Eram 12 bonecos que seu avô tinha dentro daquele quarto! Não onze!!
P.s: “Depois daquele dia, minha vó morreu com um corte na garganta 3 dias depois, uma série de assassinatos se sucedeu naquele bairro. Até hoje estou procurando
por um boneco de pano. Se você encontrar algum boneco do gênero, por favor me avise. Há! Antes que eu me esqueça, tome cuidado com seus brinquedos, muito
cuidado! Eles podem não ser o que aparentam ser...” – Um barulho estridente pudera ser ouvido vindo da porta do quarto – “Hãn?? Quem abriu a porta?? Mãe, é
você??...”
Cuidado com seus brinquedos, eles não são o que aparentam ser...
Comentem!
18 de jun. de 2011
Sessão Creepypasta
O meu primeiro creepy, divertem-se!
Era sexta-feira
Mais ou menos umas 12:00, quando eu estava deitada na cama tentando segurar o estomago que estava roncando.
- Jane! Venha almoçar.
Aleluia, apesar que a comida de sua mãe era boa, ela demorava horas pra terminar, felizmente, daquela vez havia sido rapido.
Após o almoço, Jane pensou em ir no computador, mas decidiu assistir TV, quando derrepente, uma ligação repentina para sua mãe, a fez deixar curiosa.
- Alô?
- Olá Sra. Marshall, Aqui é da TelCaptcha!,houve um emprevisto, e, amanhã as 10:00 você terá de vir aqui no Rio de Janeiro para uma conferencia urgente, terá de
passar 2 dias aqui.
- Como Assim? Eu.... Eu não vou poder ir!, como vou deixar minha filha aqui em casa sozinha?
- Não se preoculpe, quanto a isso enviaremos uma babá sobre nossa conta.
- Posso confiar?
- Pode.
- Tudo bem então, vou arrumar as malas, até amanhã.
Marshall desligou o telefone antes da empressa da onde trabalha respondesse, correu ate o quarto, e passou uns 30min, até chegar na sala com uma mala.
- Jane, vou ter de ir numa conferência e por isso você vai ficar com uma babá por 2 dias ok?
- Mais mãe, eu tenho 15 anos já! babá é coisa do passado.
- Não adianta!, olha, vou deixar 30 reais aqui, 20 é para ir na feira amanhã, e comprar as coisas que eu deixar aqui na lista ok? os outros 10 é para você comprar
algum doce tabom? Bom filha, estou de saida, tranque a porta e so deixe a babá entrar ok? o nome dela é Roseane, eu a contratei porque não confio na babá que eles
vão enviar, e, ela deve chegar umas 16:00. Até segunda filha! Tchau!
E fechou a porta. estava inconformada com a repentina conferencia da empresa, alias, era so uma empressa de telefones, o que poderia de ter tão urgente assim?
voltou sua atenção para a TV e passou a tarde assistindo.
Ate que toca a campainha, ela abre a porta numa fresta o suficiente para poder enxergar com apenas um olho.
Era uma mulher velha, de altura que chegava ao maximo 1,45m, tinha olhos verdes e cabelos cacheados marrons, sua pele era um pouco enrungada que a fazia
aparentar haver 60 e poucos anos. usava um chale preto por cima do lindo vestido rosa que usava.
- Olá, a Jane está?
Sua voz era forte e vibrante.
- Sim, sou eu. Quem é você?
- Sou uma amiga de sua mãe, vim avisar que a Sra. Roseane vai chegar atrasada, pois foi ate um dos estabelecimentos da empressa da sua mãe avisar que a babá que
eles escolheram não precisaria mais vir, e então vai chegar 2horas mais tarde.
- Ah, então tudo bem, mas, essa babá, como vou paga-lá? minha mãe não deixou dinheiro algum aqui comigo...
- Não se preoculpe, quando ela chegar, va com ela ate a casa no fim dessa rua, que é onde eu moro, e eu a pagarei.
-Tem certeza?
-Tenho, pode deixar.
Quando deram umas 17:56, a campainha tocou, e logo ouviu-se uma voz:
-Olá? Jane? é a Roseane, sua babá, posso entrar?
-Pode.
Roseane era alta, não muito, mas o suficiente para ser comparada com os homens, cabelos louros, pele limpa, apenas pelas regioes um pouco avermelhadas em baixo
da orelha, que deveriam se de tanto por brincos, olhos castanhos claros e usava um terno, como se fosse presidenta do maior comite já visto no mundo.
- Ah, me desculpe por essa roupa, a que eu iria vir acabou sujando então apanhei este terno, e, então você é a Jane?
-Sou sim, mamãe mandou lhe perguntar se você vai dormir aqui, e tambem que no fim dessa rua mora uma amiga dela, e ela lhe pagará, ja que, mamãe esqueçeu o seu
dinheiro.
- Ah não se preocupe!, bom, já são 18:03, vou no mercadio comprar comida, e depois, se você não se importar, vou alugar um filme, pode ser?
Não esperou Jane falar, e foi logo se arrumando para sair novamente, Jane não estava muito se inportando com isso, e como costumava fazer de sextas feiras a
noite, foi ler um livro.
Assistiram o filme, jantaram cachorro quente, e depois contaram historias de terror umas as outras, afinal, Rose ( Apelido que dera a ela naquela noite) não era tão
ruim, era amigável e sabia compreender as pessoas, quando se deu conta que ja eram 01:35, foi dormir, pois amanha, sabado, seria um dia corrido para arrumar a
casa, ja que desde dos 12 anos, passara a ser tarefa dela.
Sabado.
acordou as 09:00, como sempre, porem, a babá ainda roncava no sofá, lembrou-se que as 10:00 teria de ir a feira, então, ate que desse 10 horas, arrumou se quarto,
o mais cuidadosamente possivel para não acordar a babá.
Quando deu 10:00 em ponto, deixou um recado para a babá que fora na feira a 6 quarteirões dali, e que, pela lista enorme de compras, deveria estar chegando por
volta das 12:00. e saiu de casa.
Enquanto andava pelos quarteirões, viu o ceu cinza e percebeu que deveria chover durante a tarde, andou mais um pouco e chegou na feira.
A feira estava ate que bastante cheia, e foi logo comprando o que se pedia na lista.
Quando chegou na parte das verduras, notou que um homem de altura mediana, por volta dos 1,65 ( isso é mediano?) olhava para ela quase que todo o segundo, no
começo ficou com medo, e, depois tentou uma tatica que vira num filme, ele sabia que ela ja havia o visto, então, ia dando indiretas para ele, a fim de destrai-lo e
desparecer de vista, porem, isso não deu certo.
Logo que acabou a lista, ela não poderia sair dali, pois se não o cara saberia aonde ela morava e iria atras, e uma babá e uma adolescente de 15 anos contra um cara
que deveria aparentar 30, não daria para vencer.
logo, lembrou-se que havia 5reais do trocado, e, tentou usá-lo para comprar mais alguma coisa, ficando mais tempo ali na feira. Porem, logo percebeu um outro cara
com quase a mesma aparencia que o primeiro, tambem a olhava, e então, começou a se preocupar.
Se se fossem assasinos? estupradores? raptadores?, enquanto pensava nas possibildades, os dois caras iam de aproximando, e logo lhe veio a unica tentativa de fuga
na cabeça:
Usar os 10 reais, e quanto comprava algo, saia correndo para a multidão mais proxima que vira. Porem, quando ia fazer isso, ela sentiu um toque no seu ombro,
engoliu em seco, e virou-se. não havia ninguem.
logo apos com o incidente do ombro, ela ja não avistara os caras, e achando que eles a haviam perdido de vista, aproveitou a oportunidade e foi para casa.
Ao chegar em casa se espantou, pois a babá teve de sair, e ela ficaria sozinha durante o dia inteiro.
ficou feliz pela oportunidade de fazer o quizera, porem, logo lhe veio na cabeça. e se aqueles caras a tiverem visto? o tempo que ela demoraria da feira ate em casa
era o suficiente para um deles chegar no fim da feira e avista-la, por ora, decidiu ficar tranquila.
Porem, veio a fome, e ja que a feira iria demorar mais umas 2 horas para acabar, voltou lá, mesmo que com medo, para comprar uns pasteis. Ao chegar lá, o medo
tomou conta, pois toda vez que olhava para o lado, aparecia um cara sorrindo, coms roupas esfarrapadas e um algo que lhe parecia uma faca. então, pensou que era
mais um cara atrás dela, e pensou em se distrair com uma das moças da barraca que vendia os pasteis.
- Moça, você poderia me ver um copo de caldo de cana?
-Claro, toma aqui.
Pensava que, quanto mais tempo demoraria na feira, aquele cara deveria ir embora, porem, ele continuou, ela estranhou, pois, parecia que ninguem na feira se
importava com ele, e logo veio na cabeça, ele so aparecia para ela.
Quando tava quase pedindo outro pastel para ficar mais tempo lá, percebeu que ele começara a andar, então largou o dinheiro do pastel ali, e saiu correndo para a
area das frutas,
Cansada em quase sem folego, olhou para os lados e não o avistou, ficou feliz, porem, logo ouviu:
Olá. Meu nome é Jonathan , vamos jogar?
Olhou para o lado e viu o rosto do homem. era horrivel, a pele sem vida, não palida, mas cinza, cheia de cortes cicatrizados, outros cicatrizando, uns recentemente
feitos, olhos brancos vibrantes e usava um chapeu que lhe lembrou Alice no Pais das Maravilhas.
Gritou bem forte e o empurrou, porem, logo ele desapareceu e acanbou empurrando uma mulher, que logo disse:
-O... o que... voc.. você esta fazendo menina?
e em seguida, decidiu sair correndo para mais dentro da feira.
Começou a entrar em panico ate que, começou a ver o rosto do cara em todas as pessoas, no começo, saia correndo, ate que cansou, e caiu no chão, sem folego, ela
derrepente sentiu algo gelido em suas costas, algo de metal, parecido com uma faca.
logo, percebu que o "fantasma" estava atras dela, ia deslizando faca sobre as costas, sem fazer um corte.
-Não se preocupe, não vou te machucar, você ia jogar comigo se lembra? o jogo é pega-pega, aquele que for pego pelo outro deve morrer, e se tornar um fantasma
como eu, aqueles caras que você viu antes, foram pessoas que perderam o jogo e se tornaram fanstamas.
-por.... porr.... poque.. vo.... voc.... você me e.... esco.....escolhe...... escolheu?
-Eu escolho pessoas que vem a esta feira, pois eu morri aqui e ninguem me socorreu, por isso faço vingança.
e olhe! Disse, tocando na menina.
-Peguei você, agora vou ter que te matar.
quando ela o viu levantando a faca, rolou para o lado e saiu correndo, gritando, e foi para a casa. quando chegou, estranhou, pois as coisas da babá, não estavam lá,
decidiu então, ir ate o fim da rua na casa daquela senhora perguntar aonde a babá estava, porem, ao chegar lá, percebu que a casa estava estragada e não havia
nada dentro da casa,como se ninguem morasse ali a anos, mesmo assim, entrou correndo e se escondeu no segundo andar, mesmo sem saber o que estava fazendo.
ate que ouviu um barulho de rangido vindo na porta de frente, decidiu entrar em baixo de um cama que havia no canto do quarto.
logo apos aquilo, começou a sentir frio, e percebeu que o vinha da porta da frente, quando pensou em sair do quarto para ir fechar a porta, ouviu o barulho da
escada.
-Eu sei que você está ai minha lindinha, pode sair, assim eu te mato mas rapido hahahah.
ela saiu de baixo da cama e pulou pela janela, so que se esqueçeu que ela ficava no segundo andar. mas ao cair no chão, não sentiu impacto, virou para o lado e vistou
a velha senhora
-Você não deve morrer ainda, deixe que esse fantasma se auto-destrua
e desapareceu.
depois daquilo, voltou para casa e percebeu que tudo que havia em relação com o fanstama era irreal, na verdade ja eram 17:00, a babá estava assistindo TV, e a
feira ja havia acabado. para acabar com tudo aquilo, decidiu não contar aquilo a ninguem, e logo, o fantasma nunca mais apareceu.
20 Anos depois
Jane, já casada, decide ir visitar a mãe, que morava na mesma casa desde que nascera. era num sabado.
Jane e seu marido, Robson, vão na casa comemorar o aniversário de 55 anos de Olivia Marshall, ate que Robson decide ir na feira.
Quando Robson chega na feira, passado uns 20 minutos, ele ouve:
Olá, me chamo Jonathan, vamos brincar de pega-pega? quem pegar o outro deve morrer.
Gostaram?
Era sexta-feira
Mais ou menos umas 12:00, quando eu estava deitada na cama tentando segurar o estomago que estava roncando.
- Jane! Venha almoçar.
Aleluia, apesar que a comida de sua mãe era boa, ela demorava horas pra terminar, felizmente, daquela vez havia sido rapido.
Após o almoço, Jane pensou em ir no computador, mas decidiu assistir TV, quando derrepente, uma ligação repentina para sua mãe, a fez deixar curiosa.
- Alô?
- Olá Sra. Marshall, Aqui é da TelCaptcha!,houve um emprevisto, e, amanhã as 10:00 você terá de vir aqui no Rio de Janeiro para uma conferencia urgente, terá de
passar 2 dias aqui.
- Como Assim? Eu.... Eu não vou poder ir!, como vou deixar minha filha aqui em casa sozinha?
- Não se preoculpe, quanto a isso enviaremos uma babá sobre nossa conta.
- Posso confiar?
- Pode.
- Tudo bem então, vou arrumar as malas, até amanhã.
Marshall desligou o telefone antes da empressa da onde trabalha respondesse, correu ate o quarto, e passou uns 30min, até chegar na sala com uma mala.
- Jane, vou ter de ir numa conferência e por isso você vai ficar com uma babá por 2 dias ok?
- Mais mãe, eu tenho 15 anos já! babá é coisa do passado.
- Não adianta!, olha, vou deixar 30 reais aqui, 20 é para ir na feira amanhã, e comprar as coisas que eu deixar aqui na lista ok? os outros 10 é para você comprar
algum doce tabom? Bom filha, estou de saida, tranque a porta e so deixe a babá entrar ok? o nome dela é Roseane, eu a contratei porque não confio na babá que eles
vão enviar, e, ela deve chegar umas 16:00. Até segunda filha! Tchau!
E fechou a porta. estava inconformada com a repentina conferencia da empresa, alias, era so uma empressa de telefones, o que poderia de ter tão urgente assim?
voltou sua atenção para a TV e passou a tarde assistindo.
Ate que toca a campainha, ela abre a porta numa fresta o suficiente para poder enxergar com apenas um olho.
Era uma mulher velha, de altura que chegava ao maximo 1,45m, tinha olhos verdes e cabelos cacheados marrons, sua pele era um pouco enrungada que a fazia
aparentar haver 60 e poucos anos. usava um chale preto por cima do lindo vestido rosa que usava.
- Olá, a Jane está?
Sua voz era forte e vibrante.
- Sim, sou eu. Quem é você?
- Sou uma amiga de sua mãe, vim avisar que a Sra. Roseane vai chegar atrasada, pois foi ate um dos estabelecimentos da empressa da sua mãe avisar que a babá que
eles escolheram não precisaria mais vir, e então vai chegar 2horas mais tarde.
- Ah, então tudo bem, mas, essa babá, como vou paga-lá? minha mãe não deixou dinheiro algum aqui comigo...
- Não se preoculpe, quando ela chegar, va com ela ate a casa no fim dessa rua, que é onde eu moro, e eu a pagarei.
-Tem certeza?
-Tenho, pode deixar.
Quando deram umas 17:56, a campainha tocou, e logo ouviu-se uma voz:
-Olá? Jane? é a Roseane, sua babá, posso entrar?
-Pode.
Roseane era alta, não muito, mas o suficiente para ser comparada com os homens, cabelos louros, pele limpa, apenas pelas regioes um pouco avermelhadas em baixo
da orelha, que deveriam se de tanto por brincos, olhos castanhos claros e usava um terno, como se fosse presidenta do maior comite já visto no mundo.
- Ah, me desculpe por essa roupa, a que eu iria vir acabou sujando então apanhei este terno, e, então você é a Jane?
-Sou sim, mamãe mandou lhe perguntar se você vai dormir aqui, e tambem que no fim dessa rua mora uma amiga dela, e ela lhe pagará, ja que, mamãe esqueçeu o seu
dinheiro.
- Ah não se preocupe!, bom, já são 18:03, vou no mercadio comprar comida, e depois, se você não se importar, vou alugar um filme, pode ser?
Não esperou Jane falar, e foi logo se arrumando para sair novamente, Jane não estava muito se inportando com isso, e como costumava fazer de sextas feiras a
noite, foi ler um livro.
Assistiram o filme, jantaram cachorro quente, e depois contaram historias de terror umas as outras, afinal, Rose ( Apelido que dera a ela naquela noite) não era tão
ruim, era amigável e sabia compreender as pessoas, quando se deu conta que ja eram 01:35, foi dormir, pois amanha, sabado, seria um dia corrido para arrumar a
casa, ja que desde dos 12 anos, passara a ser tarefa dela.
Sabado.
acordou as 09:00, como sempre, porem, a babá ainda roncava no sofá, lembrou-se que as 10:00 teria de ir a feira, então, ate que desse 10 horas, arrumou se quarto,
o mais cuidadosamente possivel para não acordar a babá.
Quando deu 10:00 em ponto, deixou um recado para a babá que fora na feira a 6 quarteirões dali, e que, pela lista enorme de compras, deveria estar chegando por
volta das 12:00. e saiu de casa.
Enquanto andava pelos quarteirões, viu o ceu cinza e percebeu que deveria chover durante a tarde, andou mais um pouco e chegou na feira.
A feira estava ate que bastante cheia, e foi logo comprando o que se pedia na lista.
Quando chegou na parte das verduras, notou que um homem de altura mediana, por volta dos 1,65 ( isso é mediano?) olhava para ela quase que todo o segundo, no
começo ficou com medo, e, depois tentou uma tatica que vira num filme, ele sabia que ela ja havia o visto, então, ia dando indiretas para ele, a fim de destrai-lo e
desparecer de vista, porem, isso não deu certo.
Logo que acabou a lista, ela não poderia sair dali, pois se não o cara saberia aonde ela morava e iria atras, e uma babá e uma adolescente de 15 anos contra um cara
que deveria aparentar 30, não daria para vencer.
logo, lembrou-se que havia 5reais do trocado, e, tentou usá-lo para comprar mais alguma coisa, ficando mais tempo ali na feira. Porem, logo percebeu um outro cara
com quase a mesma aparencia que o primeiro, tambem a olhava, e então, começou a se preocupar.
Se se fossem assasinos? estupradores? raptadores?, enquanto pensava nas possibildades, os dois caras iam de aproximando, e logo lhe veio a unica tentativa de fuga
na cabeça:
Usar os 10 reais, e quanto comprava algo, saia correndo para a multidão mais proxima que vira. Porem, quando ia fazer isso, ela sentiu um toque no seu ombro,
engoliu em seco, e virou-se. não havia ninguem.
logo apos com o incidente do ombro, ela ja não avistara os caras, e achando que eles a haviam perdido de vista, aproveitou a oportunidade e foi para casa.
Ao chegar em casa se espantou, pois a babá teve de sair, e ela ficaria sozinha durante o dia inteiro.
ficou feliz pela oportunidade de fazer o quizera, porem, logo lhe veio na cabeça. e se aqueles caras a tiverem visto? o tempo que ela demoraria da feira ate em casa
era o suficiente para um deles chegar no fim da feira e avista-la, por ora, decidiu ficar tranquila.
Porem, veio a fome, e ja que a feira iria demorar mais umas 2 horas para acabar, voltou lá, mesmo que com medo, para comprar uns pasteis. Ao chegar lá, o medo
tomou conta, pois toda vez que olhava para o lado, aparecia um cara sorrindo, coms roupas esfarrapadas e um algo que lhe parecia uma faca. então, pensou que era
mais um cara atrás dela, e pensou em se distrair com uma das moças da barraca que vendia os pasteis.
- Moça, você poderia me ver um copo de caldo de cana?
-Claro, toma aqui.
Pensava que, quanto mais tempo demoraria na feira, aquele cara deveria ir embora, porem, ele continuou, ela estranhou, pois, parecia que ninguem na feira se
importava com ele, e logo veio na cabeça, ele so aparecia para ela.
Quando tava quase pedindo outro pastel para ficar mais tempo lá, percebeu que ele começara a andar, então largou o dinheiro do pastel ali, e saiu correndo para a
area das frutas,
Cansada em quase sem folego, olhou para os lados e não o avistou, ficou feliz, porem, logo ouviu:
Olá. Meu nome é Jonathan , vamos jogar?
Olhou para o lado e viu o rosto do homem. era horrivel, a pele sem vida, não palida, mas cinza, cheia de cortes cicatrizados, outros cicatrizando, uns recentemente
feitos, olhos brancos vibrantes e usava um chapeu que lhe lembrou Alice no Pais das Maravilhas.
Gritou bem forte e o empurrou, porem, logo ele desapareceu e acanbou empurrando uma mulher, que logo disse:
-O... o que... voc.. você esta fazendo menina?
e em seguida, decidiu sair correndo para mais dentro da feira.
Começou a entrar em panico ate que, começou a ver o rosto do cara em todas as pessoas, no começo, saia correndo, ate que cansou, e caiu no chão, sem folego, ela
derrepente sentiu algo gelido em suas costas, algo de metal, parecido com uma faca.
logo, percebu que o "fantasma" estava atras dela, ia deslizando faca sobre as costas, sem fazer um corte.
-Não se preocupe, não vou te machucar, você ia jogar comigo se lembra? o jogo é pega-pega, aquele que for pego pelo outro deve morrer, e se tornar um fantasma
como eu, aqueles caras que você viu antes, foram pessoas que perderam o jogo e se tornaram fanstamas.
-por.... porr.... poque.. vo.... voc.... você me e.... esco.....escolhe...... escolheu?
-Eu escolho pessoas que vem a esta feira, pois eu morri aqui e ninguem me socorreu, por isso faço vingança.
e olhe! Disse, tocando na menina.
-Peguei você, agora vou ter que te matar.
quando ela o viu levantando a faca, rolou para o lado e saiu correndo, gritando, e foi para a casa. quando chegou, estranhou, pois as coisas da babá, não estavam lá,
decidiu então, ir ate o fim da rua na casa daquela senhora perguntar aonde a babá estava, porem, ao chegar lá, percebu que a casa estava estragada e não havia
nada dentro da casa,como se ninguem morasse ali a anos, mesmo assim, entrou correndo e se escondeu no segundo andar, mesmo sem saber o que estava fazendo.
ate que ouviu um barulho de rangido vindo na porta de frente, decidiu entrar em baixo de um cama que havia no canto do quarto.
logo apos aquilo, começou a sentir frio, e percebeu que o vinha da porta da frente, quando pensou em sair do quarto para ir fechar a porta, ouviu o barulho da
escada.
-Eu sei que você está ai minha lindinha, pode sair, assim eu te mato mas rapido hahahah.
ela saiu de baixo da cama e pulou pela janela, so que se esqueçeu que ela ficava no segundo andar. mas ao cair no chão, não sentiu impacto, virou para o lado e vistou
a velha senhora
-Você não deve morrer ainda, deixe que esse fantasma se auto-destrua
e desapareceu.
depois daquilo, voltou para casa e percebeu que tudo que havia em relação com o fanstama era irreal, na verdade ja eram 17:00, a babá estava assistindo TV, e a
feira ja havia acabado. para acabar com tudo aquilo, decidiu não contar aquilo a ninguem, e logo, o fantasma nunca mais apareceu.
20 Anos depois
Jane, já casada, decide ir visitar a mãe, que morava na mesma casa desde que nascera. era num sabado.
Jane e seu marido, Robson, vão na casa comemorar o aniversário de 55 anos de Olivia Marshall, ate que Robson decide ir na feira.
Quando Robson chega na feira, passado uns 20 minutos, ele ouve:
Olá, me chamo Jonathan, vamos brincar de pega-pega? quem pegar o outro deve morrer.
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